Grand Prix

Jogos (Resenhas e Comentários), F1/Automobilismo, Futebol, Geral, QuadrinhosJune 9, 2009 2:50 pm

- Organizei uma pequena estantezinha aqui do lado. Tem jogos de NGC, um DVD do Emerson Fittipaldi, um FIFA Fever, GT4 piratão de PS2, uma CLT universitária e um livro de curso de direito do trabalho processual, com um REINO DO AMANHÃ e GRANDES CLÁSSICOS DO HOMEM-ARANHA volume 1 no meio. Tá tr00.

- A merda é que não encontro meu Metroid Prime em lugar nenhum. Se eu perder de vez, o Bruno me mata, e com toda a razão.

- Número de ações feitas nos últimos 7 dias aqui no PC do quarto: 3. Número de folhas manchadas com café/chá verde nesse interim: 2. Péssima média. Péssima coordenação motora. Péssimo advogado.

Jogos (Resenhas e Comentários), GeralFebruary 1, 2009 10:30 pm

- Carregar crianças no porta-malas (evidentemente, aberto) de uma perua, na volta da praia. Em uma Caravan, então, era um clássico.

- Fazer “uma vida cada um!” no videogame com os amigos, em algum jogo de ação só pra uma pessoa.

- Alimentar o cachorro com restos de comida.

- Rollers.

Jogos (Resenhas e Comentários)February 21, 2008 2:33 pm

O amigo Bruno me passou um link interessante do blog de jogos do The Guardian, com as “técnicas” de jogador que os videogames atuais transformaram em obsoletas. A matéria completa está aqui, segue a lista do site traduzida:

- “Chacoalhar” o controle (para fazê-lo pegar! Não confundam com o gameplay do Wii).
- Dar cutucões em um Spectrum (o Speccy era problemático para ler os jogos, que eram gravados em fitas K7).
- Instalar jogos de PC via MS-DOS
- Ativar/desligar o autofire durante o jogo (jogos de nave!)
- Conseguir aproveitar a “capacidade” online do PS2
- Remendar os gatilhos quebrados do controle de Dreamcast
- “Swap-disc” para ler jogos de outra região (e piratas também, seu safado)
- Tentar erguer um Xbox sem a ajuda de uma empilhadeira (HAHA!)

À ótima lista do site, adiciono também:

- Encaixar/Reencaixar cartuchos que não pegavam de primeira.
- Assoprão nos conectores dos mesmos carts. Ou passar óleo WD-40, se você for um aristocrata dos jogos.
- Serrar as travas de plástico do SNES ocidental que impediam o encaixe de jogos japoneses.
- Decorar códigos de Game Genie.
- Memorizar o timing de ataque dos inimigos, sem se preocupar com scripts de I.A em qualquer um deles.

Se alguém lembrar e quiser citar mais…

Jogos (Resenhas e Comentários), F1/Automobilismo, Futebol, Geral, MúsicaAugust 1, 2007 8:19 pm

Política

- “Tinha de fazer aqui que nem na China, lá matam o cara e ainda mandam o preço da bala pra família!”

Música

- “Joss Stone, com uma voz que lembra ARETHA FRANKLIN…”

Jogos

- “Re4? Nem parece RE…”

F1

- “Título este de 79 que Gilles deixou para Scheckter seguindo ordens da Ferrari…”

Futebol

- “Bateu com categoria e converteu!” (esse é usado quando o camarada bate o pênalti mal e a bola entra mesmo assim).

Jogos (Resenhas e Comentários)July 6, 2007 9:39 pm

Final de 1996, Mega Drive e Super Nintendo já há muito subiram no telhado e passaram o bastão para N64, Saturn e Playstation.

Nos fliperamas, a febre dos jogos de luta se prepara para viver o último grande ato, com Street Fighter Alpha 2, X-Men vs. Street Fighter e King of Fighters ‘96 dominando os duelos. O primeiro já conta com conversões para Saturno e Playstation, transcrições praticamente perfeitas do arcade, e em breve os demais seguiriam o mesmo caminho.

E eis que a Capcom, estranhamente ( Vale lembrar que um ano antes a Capcom ignorou o aparelho da Nintendo ao converter Super Street Fighter II Turbo para o 3DO), lança SFA 2 para SNES, em uma conversão competente, apesar das limitações óbvias do console. Ter esse jogo em mãos era um dos meus sonhos de guri, devidamente “realizado” nos dias de hoje. E é baseado na jogatina com o cartucho em meu SNES que vai aí a pequena resenha.

Gráficos: O grande destaque do jogo. Os bonecos sofreram o resize padrão para o SNES, na mesma proporção que os jogos anteriores da série tiveram no console. Alguns quadros de animação dos personagens foram limados/simplificados, especialmente nos golpes simples utilizados em especiais “Custom” dos personagens. Além disso, os próprios cenários foram simplificados, amenizando os elementos que se moviam ao sabor da luta (menininha no cenário do Dhalsim, barco no cenário de Rose) ou simplesmente eliminando-os, como fez com os punks no mictório do cenário de Birdie. Entretanto, o resultado é de superar as expectativas: O jogo de luta com gráficos mais belos de SNES (Entre os jogos bons, Killer Instinct então fica fora).

Jogabilidade:O cerne do jogo é o mesmo da versão original de fliperama: Todos os especiais, possibilidade de taunts e custom specials estão disponíveis, nada foi cortado tampouco simplificado. Entretanto, o jogo tem slows demais, simplesmente travando antes do início dos rounds por 5 segundos, e mesmo durante a batalha é percebível algumas caídas na taxa de frames, algo que pode (e VAI) irritar o jogador acostumado com a versão de fliperama. Ainda assim, a jogabilidade é competente e não compromete, sendo possível utilizar especiais e zero counters com a facilidade presente no fliperama. Alguns jogadores podem ter problemas de timing devido a lentidão na tela às vezes, mas é contornável. E joguem em Turbo 2.

Som: Se os gráficos e jogabilidade seguram a peteca legal com perdas compreensíveis, o som é o destaque negativo do jogo. A trilha sonora de SFA 2 já não é grande coisa: Desinspirada e burocrática, fica muito aquém da trilha empolgante da série “original”. Talvez como meio de economizar espaço no cartucho, a conversão para o Super Nintendo, as músicas foram convertidas de um jeito pra lá de vagabundo, lembrando a qualidade sonora das versões piratas de SF II no NES ou um jogo de GBA. Para um videogame com o chip de som fantástico como o do SNES, é uma lástima.

Conclusão: SFA 2 é o canto do cisne do SNES: A tentativa da Capcom de levar o hardware do console já moribundo às últimas consequências, convertendo um jogo que já foi levemente podado para rodar em máquinas bem superiores ao 16 bits da Nintendo.

Ainda assim, com as óbvias perdas em gráficos e jogabilidade, é um jogo muito divertido. Fica como presente da Capcom aos fãs que suportaram a empresa no console por 5 anos. Vale a chance.

Jogos (Resenhas e Comentários), F1/Automobilismo, GeralJuly 4, 2007 2:38 pm

- Estar devidamente aprovado para o oitavo período sem conseguir estudar prova que sim, faculdade por osmose existe.

- Já tem nego jogando pra torcida que a McLaren corre risco de ser desclassificada do Mundial por causa da relação pra lá de suspeita de Nigel Stephney e Mike Coughlan. Ingenuidade e sensacionalismo dos brabos, alguém acha mesmo que a FIA vai punir a MCLAREN? a MERCEDES? Ah, para… Nem a Ferrari deve querer isso.

- Já perceberam que as ciganas de filmes/novelas sempre acertam as predileções? O dia que uma prever algo que não aconteça até o fim da projeção, vão listar como falha de continuidade no IMDB.

Fiquem com o poster de Contra IV, aonde a Konami se redime um pouco dos Castlevanias pós-SOTN e promete, enfim, um jogo CABRÓN.

Jogos (Resenhas e Comentários)May 12, 2007 4:16 pm

WWF WrestleMania: Steel Cage Challenge - Master System

Phantasy Star - Master System

Sunset Riders - SNES

F1 Built to Win - NES

Street Hoop - Neo Geo

 

Todas legais pra caramba, inclusive a do Street Hoop que é fantástica, ainda que pelos motivos errados. Vejam o tema do Hulk Hogan no WWF de Master pra vocês sentirem o que é PODER.

Jogos (Resenhas e Comentários), MúsicaFebruary 10, 2007 11:24 pm

Bliss, do Muse, é totalmente roubadaça da introdução de Top Gear.

E aquela música do Rei Leão "essa noite, nafloresta" tem o início roubadinho de "The Sidewinder Sleeps Tonight", do R.E.M.

"Sidewinder" é o nome do CARRO BRANCO de TG.

 

:boo:

Jogos (Resenhas e Comentários)December 15, 2006 3:57 pm

É sexta e, cês tão ligado, o grande hype muito louco de verão no mundo dos jogos é V.I.C.E - Project Doom, de NES. Ou pelo menos era em 91, sei lá.

Cara, que jogo legal! Embora as partes a lá Spy Hunter incomodem pela lerdeza, a parte side-scroller é MUITO bacana, jogo solto e sem a pedra que era a jogabilidade de muitos arcades de Nintendo. Tá mais perto do Ninja Gaiden de Master que os de NES, certo, sangue?

Como eu sou Jim-Um-Braço, não passo do segundo chefe ainda. Possivelmente nunca passarei. Mas o jogo é bom, e vale ser apreciado como mandam os bons enólogos.

Jogos (Resenhas e Comentários)December 4, 2006 9:39 pm

Puta, como a Capcom é filha da puta bicho…