GeralApril 2, 2008 5:14 pm
Um balé de tensão, suor, areia e pólvora. Brilhante.
Eu sempre gostei de me enganar que tinha um certo talento para a escrita. Usar duas ou três palavras difíceis são um verdadeiro exercício de prestidigitação perante os desavisados. Tanto que, na oitava série, um texto meu foi lido em voz alta pela professora e um poema meu foi afixado nos corredores do colégio.
O texto consistia da conversa de um casal de ilustres figurantes de uma pintura de Renoir. Eu desisti no meio dele e arremedei um final, que por sorte enganou bem.
O poema era em mais da metade uma tradução from hell de Cruel Angel Thesis, a abertura de Evangelion.
Preguiça.
Plágio.
Vê-se bem resumido aí o meu “talento” literário.